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Trilhos Sem Fim na Rota dos Bons Sabores

por Trilhos Sem Fim, em 15.12.19

A convocatória de véspera antevia o revisitar de um trajeto que já não trilhávamos há algum tempo - A Rota dos Odores - cujo convite prometia a adição de sabores.

Às 8h30 estavam presentes 6 trilheiros, sendo que metade deles eram E-Trilheiros, registando-se um "empate" (ainda) estranho em tipologia de bicicleta. Sendo que surge ao fundo do PR o CC em sinalização de urgência, visto que já vinha atrasado e que era o próprio que pretendia um regresso mais cedo a fim de degustar um saboroso e estaladiço bacorinho que o iria esperar.

Encetámos a jornada atravessando o Polis (pobre em lycra a esta hora) até à pista de XCO dos Marrazes, com o intuito de atravessar um pouco da mata. Antes da chegada às Chãs, depois de descer dos Marrazes, apanhámos uma zona com alguma densidade de lama barrenta. O primeiro a passar foi o Diretor, que com mestria, inteligência e graciosidade passou montado (apoiado na vedação). Alguns, menos afoites, passaram a pé e outros passaram montados... Asneira! Entre bicicletas que pareciam ter pneus Onza (era barro claro), a transmissão do CC levou um integral tratamento de spa, que só uma mangueira privada, mais adiante, ajudou a remover.

Resolvida a questão, avançámos em direção à Bidoeira de Cima, onde nos esperava um saboroso e rico banquete, no Solar do Castanheiro, cortesia do nosso Diretor e que pudemos degustar com a habitual companhia do fiel (e já idoso também) Tobias, o simpático labrador, companheiro e guardião do imóvel, e que engolia a comida sem necessidade de mastigar e devorava chuchus.

De estômago composto, rumámos à Bidoeira de Baixo, onde nos primeiros metros ainda tivemos a companhia do Tobias, que regressou depois ao seu lar.

Escassos metros à frente, encontrámos um amigo, que passeara a sua Beagle e que se apaixonou pelas nossas bicicletas, o que obrigou o seu dono a vir no seu encalço durante algum perímetro.

Na descida para Agodim, numa pequena paragem, o grupo sofreu uma fratura involuntária de 2 elementos, sendo que os restantes 5 fizeram um trilho conhecido e os outros dois atravessaram a ribeira, que também é um "habitué" aquando da passagem por esta zona, tendo aqui avistado duas lustrosas lontras.

Sendo um traçado com um nível de exigência física e técnica abaixo das habituais incursões à serra, estávamos próximos de Leiria ainda bastante cedo, o que nos permitiu ir optando por alguns trilhos "velhos conhecidos" e outros mais divertidos.

Chegados à cidade, foi altura de tirar uma foto em ambiente natalício e do CC rumar ao seu compromisso gastronómico.

Os restantes foram complementar a volta com a subida à Senhora da Encarnação antes de finalizar a volta de 45km e 650D+ na CA.


Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim - Rota dos Bons Sabores

publicado às 15:17

Passeio pela Rota dos Odores

por Trilhos Sem Fim, em 09.03.08

Leiria, 9 de Março de 2008: 9 horas

À hora combinada o grupo avançou sem mais delongas em direcção aos Marrazes. Chegados à mata, onde já conhecia uma pista de manutenção que agora se encontra abandonada ao seu destino, dirigimo-nos ao single track desenhado no sentido descendente, com início nas traseiras do cemitério. Um trilho curto, mas divertido.

Rumo aos Pinheiros e já em plena Rota dos Odores, serpenteámos pelas curvas das Chãs, subimos para os Milagres até ao Kartódromo, mas já com os sentidos voltados para o reforço prometido.

Entrámos nos domínios da Bidoeira pelo traçado do gasoduto perto do pequeno lugar da Pega. Uma descida com inclinação lateral e uma depressão bem no centro da pista testou a habilidade do grupo. Dificuldade ultrapassada, lá vieram os odores, ora de urze, ora de alecrim, ora de pinho, ora de …

Finalmente o chá quente e o bolo caseiro, uma delicia, com a gentileza do Solar do Castanheiro. Tempo de repouso e de confraternização que, como sempre, depressa se esgota.

O tempo corre a passos largos e o almoço de domingo de cada uma das famílias dos 17 companheiros começa a ficar em risco. Era urgente retomar o percurso.

Por entre um carreiro serpenteante abandonámos a Bidoeira , com a esperança de lá voltar.

Chegados ao Monte, pequeno lugar das Colmeias, foi o momento de conhecer a casa do trisavô de um dos companheiros, bonita sem dúvida. (Já notaram que não fiz referência ao nome de nenhum dos bbtistas ?)

Verdejante foi o percurso que nos conduziu até à pista de saltos de Agodim . Fica prometida a visita a este local.

Com a cidade do Lis ao fundo, já com 42 km percorridos e com o pensamento num almoço reconfortante cada um procurou o seu percurso, mas fica a satisfação de mais uma manhã bem passada e com a esperança que a semana passe depressa.

Saudações e até breve.

Rui

 

 

 As restantes fotos podem ser vista AQUI

 

publicado às 22:39


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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