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Trilhos Sem Fim e o regresso ao trilho do galinheiro

por Trilhos Sem Fim, em 23.12.18

Mais uma manhã em que valeu em a pena saltar da cama para cima da bike e dar ao pedal!

Se valeu!

Dizem que à terceira é de vez e hoje, e hoje, terceira volta desde o meu regresso, os meus amigos Trilheiros resolveram levar aqui o Malheiro a descer o Galinheiro! Ganda pinta!!

Pouco passava das 8 e 30 quando uma dúzia de Trilheiros se puseram a caminho daquilo que viria a ser mais uma manhã muito bem passada.

Partida rumo à Curvachia e ala por aí a cima até à Tosel, passando no caminho por terrenos que bem conhecemos, e avisando uns aos outros que a saída de determinado caminho tinha um perigoso cabo de aço pronto a degolar algum incauto. É uma pena que ainda haja quem proceda desta forma.

Chegados à Tosel já com as bikes a saberem o que é lama, restava subir até ao início do Trilho do Galinheiro. Acho que nunca uma subida me soube tão bem! Vá-se lá saber porquê.

Repórter posicionado, lá arrancou o Grupo - sim, que isto é um Grupo - descendo o Galinheiro, uns de "faca nos dentes" outros - não digo quem - a pé, não fosse o cromado riscar-se...

Numa paragem técnica, com recurso a alicate e tudo, lá houve quem chegasse à conclusão que uma determinada corrente estava a passar por onde não devia. Reparação efectuada, cumprimentamos 3 atletas sem bike que por ali corriam (ele há cada um com cada pancada...)

Rumámos então em direção à Martinela e daí passámos pela fábrica do pó e apontámos em em direcção ao Miradouro com vista para a Caranguejeira.

Foi aí que a nossa amiga e Trilheira Paula Pita - espero que os tipos do PAN não leiam isto - resolveu matar dois coelhos com uma cajadada só:

1 - Presenteou-nos com um belíssimo Bolo Rainha e um refrigerante daqueles que tanto gostamos

2 - Aliviou o peso que o marido carregava às costas (pois, lá está, foi ele, um verdadeiro cavalheiro, quem levou a mochila cheia)

Nem a falta de saca-rolhas foi capaz de desencorajar os TSF de degustarem aquele belíssimo néctar, ou não tivéssemos entre nós um tal de RG - qual MacGyver - para quem a ciência de sacar rolhas de cortiça com recurso a um alicate não tem segredos!

Repostas as energias restava tirar o azimute e arrancar em direção ao café mais próximo, no Souto do Meio, mas fazendo-o com uma categoria apenas ao alcance dos TSF: que é como quem diz, passando pelo quintal duma simpática senhora que, atónita, nos perguntava de onde vínhamos e para onde íamos...

Reposta a dose de cafeína fizemos lá pedalámos por mais uns trilhos muito engraçados, com direito a descidas de fazer o sorriso chegar até às orelhas e quando dei por ela já estávamos no Lapedo, zona que bem conhecemos.

Daí olhamos para o relógio e veio-nos à alembradura que as "pretas" queriam conviver connosco na Cervejaria Armando e zumba, pedais para que te quero rumo à sagrada reposição e electrólitos!!

Que manhã tão bem passada!!

Foram cerca de 38 kms de grande diversão e 770 metros de acumulado (ponho o registo do Artur que o meu Strava travou e gamou-me mais de 10 kms ao registo).

Ainda falta muito para ser domingo outra vez?

Feliz Natal para todos!!!

Helder Malheiro

20181223 galinheiroTambém em MEO Kanal 490904

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publicado às 17:56

Trilhos Sem Fim na Anta após Leslie

por Trilhos Sem Fim, em 14.10.18

Cuando le sábado mi amigo André me dijo de quedar a las 8:30 después de todas las noticias que estábamos escuchando sobre el huracán Leslie la verdad es que me daba bastante pereza salir en bici. Pero allí me plante el Domingo, a las 8:30 puntual. Saludar a André y a 3 personas más.... cuando de repente comienza a parecer gente hasta completar un grupo de 10-12 ciclistas. Saludar, un poco de charleta, y al tema.

Salimos de Leiria hacia nuestro destino: Alqueidão da Serra. Carreteras estrechas, pistas, y singletracks sinuosos completan un recorrido que te deja a las faldas de dicha sierra de forma divertida. Es tal el número de cruces caminos etc que no sabría repetir el camino de nuevo.

Una vez en las faldas de la sierra, comienza una subida con algunas rampas bastante importantes, un par de descansillos que te permiten tomar aliento y volver a la carga con la siguiente rampa. Así hasta llegar al punto mas alto de la ruta desde donde se puede ver diferentes poblaciones como San Pedro de Moel, Nazaré... Precioso el lugar una pena que hiciera bastante viento que no nos permitiera disfrutar mucho de las vistas.

Vuelta a casa de nuevo por singeltracks y pistas hasta llegar al café. Allí, pastel de nata y un café con leche. Como aqui en Portugal no se estila pedir asi el café me han tenido que ayudar mis compañeros portugueses a pedirlo correctamente jejeje. Muchas gracias.

Y justo antes de retomar de nuevo la ruta, pinchazo. Reparar y seguir. Bonitas zonas de bosque y de pedalear. Me han enseñados unas lagunas que hay de agua dulce que son naturales, muy bonito todo. Últimas dos bajadas en singletrack con curvas y algo técnicas hasta el nacimiento del rio Lis, llegar a la carretera y para casa. No me he podido despedir porque andaba con prisa.

Muy agradecido a André por dejarme disfrutar de la compañía de sus compañeros de rutas, y muy agradecido a la gente que me ha acogido y me ha enseñado su monte.

Arturo

 

20181014 anta

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publicado às 18:29

Os Trilhos Sem Fim continuam a marcar presença no passeio de verão organizado pelo semi-Trilheiro Nuno Rama e amigos. Lá estiveram os trilheiros Rui Gaspar, José Cardinhos e Rui P e o grande grupo de amigos Jorge Valente, Nuno Rama, Sérgio Valente, Canas, Agostinho, Casalinho, Sérgio Fino, André, Nuno Sousa, Manel e a preciosa ajuda do Aurio.

Saímos de Leira no final do dia 3 de agosto de 2018, um dia de calor intenso, com destino a Campo Maior, onde iriamos continuar o percurso do ano anterior. 

Dia 4 de agosto, bem cedinho, partimos com destino a Monsaraz. Uma manhã bem descontraída, com o Guadiana por perto e a barragem do Alqueva no horizonte. Caminhos com pouca altimetria, por entre olivais, chegámos a Juromenha, freguesia do Alandroal, onde decidimos almoçar.

Não vou descrever os pormenores, pois esses ficaram bem vivos na mente de cada um dos que participaram na aventura. O dia mais quente do ano, mas nada melhor que um restaurante típico alentejano, com ar condicionado, para almoçar e retemperar forças. Bem servidos, partimos para a volta da tarde, não sem antes sentirmos o choque térmico entre os 25º do restaurante e os 50º que se faziam sentir na rua. Mas nós somos fortes e muito resistentes. Partimos!

Uma boa sombra é sempre bem valorizada, e muito apelativa, num Alentejo escaldante nos dias de verão. Assim aconteceu, o apelo da sombra chegou a alguns, que logo decidiram relaxar os músculos. A grande maioria continuou caminho e superando-se chegou ao castelo de Monsaraz. 

Depois de uma noite e de um merecido repouso partimos bem cedo na manhã de 5 de agosto. Percurso interessante, com sombra escassa, acompanhados pelo sol cada vez mais alto. No final da manhã chegámos a Albernoa, e o melhor discernimento aconselhou que para o ano faremos a três etapas, já que adiámos para o ano o correspondente à tarde desse escaldante dia 5 de agosto.

Até 2019

Rui P

 

20180805 Tansportugal

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publicado às 17:23

Trilhos Sem Fim na Curvachia e Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 26.11.17

Pelos nossos trilhos os Trilhos Sem Fim rolaram, com vontade e genica grande coragem mostraram, apesar das subidas duras, das curvas manhosas e caminhos fechados, grande satisfação levaram....porque foi neste quintal que eles se criaram!!!

Em jeito de contradição, começámos rumo a Ourém, mas como a ginjinha era longe demais para alguém, e os pastéis de nata com cheiro a Belém são mais fáceis de encontrar perto da casa de quem?....Pois é! Todos concordámos então, que por cá os caminhos são fantásticos e não havia necessidade de tão longe rumar para o stresssss aliviar.

Uma manhã bem passada, com conversa bem regrada e boa companhia...era o que se previa! 

Boas pedaladas 😆

 

Leonel

20171126 maunça

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publicado às 18:42

CHIQUEDA OUTRA VEZ

Há muito que não reuníamos um grupo tão grande e tão bem disposto, com uma rara excepção , talvez devido a eventual problema de azia. É a vida.

Juntaram-se a nós alguns companheiros dos Chou-bikers que puderam confirmar ao vivo e a cores que somos únicos na arte da orientação tantas foram as correcções à rota. Finalmente, o nosso inimigo fidagal dos gps rendeu-se e propôs – sabe-se lá com que desgosto – que fosse o CC a orientar os percursos.

Tivemos oportunidade de visitar uma pedreira, daquelas que esventram a natureza e a deixam agonizante para sempre apesar das bonitas e ineficazes leis que obrigam à reposição do coberto vegetal. Mas também não é só isso que não é para cumprir e bom exemplo é o das fundações que ameaçam impunemente afundar-nos ainda mais. O AF saltou para cima dum enorme bloco fendido e perfurado e explicou como funciona a extracção da pedra.

Registámos com tristeza que foi efémero o esforço do RG para produzir as braçadeiras do nosso repórter e esperto de pneus.

Não foram muitos os quilómetros mas foram muito bons e tecnicamente muito exigentes e os últimos três de single foram brutais.

Tomámos café no lugar de Cadoiço, parente  masculino da Cadoiça que é uma corruptela de cadência, segundo o AF.

Importa registar os quase 55 anos de diferença entre o nosso mais jovem recruta e o mais antigo valor humano do nosso grupo. Dois excelentes exemplos de espírito e capacidade trilheira. Falamos, é claro, do Francisco Malheiro e do Rogério Monteiro ambos bons exemplos de boa  disposição e espírito de grupo. O FM  deixou que fosse somente o pai, Hélder, a malhar e mandou também um malho para bem fazer jus ao nome de família. Tudo em modo suave, claro. Que os seguros são para ter mas não para usar.

Termino já porque para ser lido por poucos e comentado por cinco não vale a pena fazer nem mais nem melhor.

Sigam o blogue ou o face porque quarta-feira é feriado e dia de pedalar mais.

 Alípio Lopes

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publicado às 22:54


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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