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Trilhos Sem Fim na Maunças e Trilhos do Bicipingas

por Trilhos Sem Fim, em 16.10.16

Às 8.35 12 trilheiros estavam prontos para partir em direcção a algures ou a nenhures com duas únicas condições. Uma era subir e a outra era partir… pedra!

Dos doze companheiros quatro saíram um pouco mais cedo e perfizeram 40 quilómetros, com 765 metros de acumulado e os restantes andaram mais cerca de 5 quilómetros para descerem, conforme pode ver-se no final do filme, um empedrado especial.

Esta semana houve falta de comparência (e se calhar a propósito…) de pelo menos um tartaruga que prometeu voltar mas não terá conseguido. Digo a propósito porque aquele acumulado foi feito para aí em somente 20 quilómetros que foram muito durinhos. Compensados naturalmente pela descida final com quase 10 sempre a vibrar que fez com que pernas, braços e mãos tivessem chegado bem amassados às Fontes.

Neste grupo de 12 companheiros estavam ainda o recruta Leandro (da semana passada) acompanhado (para não fugir) de mais três que andam como o raio e reúnem condições para continuarem a acompanhar-nos… Aqui só queremos gente boa.

Nota digna de registo – dado que acidentes não houve! Cruzes canhoto… - somente a colheita descuidada de um figo da índia por parte do nosso Director que ameaça inutilizar-lhe as luvas e que lhe salpicou os dedos com pequenos dardos quase invisíveis que o haverão de incomodar durante mais algum tempo. Depois passará, e não vai haver medicina que lhe valha. O figo, disse, estava muito bom. Falta saber se valeu a pena.

A propósito de figos, e como nota cultural, fica um aviso: colher sim mas com mil cuidados, por exemplo com uma pequena tenaz e, depois de colhido e antes de comidos passa-los por uma chama para lhes chamuscar os dardos e poderem ser então degustados sem risco.

O Artur ainda teve oportunidade de fazer, uma vez mais, valer a sua real valia e consertar o pedaleiro da montada do nosso director. Prova de que não somente rabuja como também é útil com a sua companhia e sabedoria.

No próximo fim de semana os TSF irão estar em duas frentes: metade no nosso quintal e a outa parte no Tour da Castanha em Vinhais.

Este texto já vai longo mas terá tanta audiência quanto os anteriores… Não há nada mais que possa fazer. Conformados? Não! 

Alipio Lopes

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publicado às 20:58


21 comentários

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De Artur Fernandes a 17.10.2016 às 23:44

Comentar o que está escrito ...
 Melhor descrição não pode ter sido feita por tão grande orador...
Só mesmo juntando as duas...
Escrita e visualização...
Por que os que estiveram presentes facilmente interpretam os dois...


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E eu que não tenho nem ninguém nem há proponentes a desempenhar o meu trabalho...
Vou tratar de deixar de o fazer...
Tambem tenho esse direito.
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De Alípio Lopes a 18.10.2016 às 08:07

O AF está a ensaiar o impossível. Se lhe retirassem a câmara (a de filmar e a de encher...) ficava com pesadelos!
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De Rui Gaspar a 18.10.2016 às 11:31

Confirmo que o texto e reportagem foto/vídeo são imprescindíveis para quem está ausente á posteriori perceber a "coisa". Este grupo de entusiastas de btt não seria a mesma coisa, senão fosse este espaço de opinião livre onde cada um expressa o que lhe vai na alma depois de muitas pedaladas á chuva ou ao sol. Não se esqueçam do refrão:
"ninguém acredita no estado em que fica a minha bike, regressa dos trilhos cheia de lama , a espera dum like".
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De RUI P a 18.10.2016 às 23:09

Já estou com alguma pena do GRANDE repórter, por vezes cronista. Se não para e comentar o homem vai escrever até as mãos lhe doerem. Já vai em 15 parágrafos. 
Essa do malandro é o mesmo que dizer "encontrar desculpas para não trabalhar".
Valentão!!!
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Artur vamos lá a ver isto. Há coisas que só de pensar dão calafrios. Repórter, que eu saiba, só há um. Image
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De Alipio Lopes a 18.10.2016 às 23:23

Uma coisa são os comentários. Outra coisa são os comentadores... os parágrafos não podem reportar a comentários mas a comentadores principais e não secundários. Os principais são os que foram actores e os secundários serão os "espectadores". Ora, dentre os actores (e que deram ao pingarelho...), mesmo incluindo os comentários do cronista, temos deus comentadores. Os espectadores (que não deram ao pedal!) são bem-vindos mas não podem contar para a festa. Contando todos os actores teremos seis (!) parágrafos na próxima crônica colectiva. Ponto!
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De Rui P a 19.10.2016 às 00:37

Eu sou dos que tenho uma visão mais abrangente. Em tempos de crise aproveita-se tudo, ou seja, tudo o que vem à rede é peixe ou ainda todo o comentário, é comentário.
No entanto, meu caro, cronica já temos! Tamanho, depende da ética e da sua visão mais ou menos restritiva do criativo. Qualidade, está garantida e é boa.
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De Cláudio Costa a 19.10.2016 às 15:55

Este blog, para além de tudo o que lhe conhecemos, é uma fonte cultural, desconhecia a existência de figos dessa espécie! Já tinha ouvido dizer que "aquilo" dos cactos dava para comer, mas não sabia que era um figo, espicaçado pela curiosidade, fui googlar um pouco e de facto é um figo, também chamado de tabaibo ou tuna.
Boa crónica Alípio, e felizmente, tu tal como o Artur não conseguem deixar de escrever e de fotografar, o vosso domingo não seria tão recompensador, nem o nosso... :)
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De Alipio Lopes a 19.10.2016 às 20:07

Claudio, isso não é para provar no Google mas sim no cacto e sem luvas! Técnica RP...
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De Rui Gaspar a 19.10.2016 às 22:37

A propósito destes figos a que eu chamo figos do diabo porque a árvore também se pode chamar figueira-do-diabo, posso acrescentar que a minha experiência há uns anos na colheita desta fruta quando fazia uma caminhada na zona de Barca D'Alva foi a mesma do RP , uma semana depois ainda tirava aqueles picos. Mas podem consultar este link :  http://www.vidarural.pt/a-fruta-exotica-da-figueira-do-diabo/ (http://www.vidarural.pt/a-fruta-exotica-da-figueira-do-diabo/)   e ficar a saber o potencial desta fruta na zona do Alentejo.
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De Alipio Lopes a 20.10.2016 às 09:32

Este blogue não é só também cultura. É também oportunidades de negócio!

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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