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Em noite em que a mudança de horário permitiu dormir mais uma hora, não havia desculpas para atrasos. E, verdadeiramente, não houve! Os 8 TSF que desfrutaram de uma bela manhã estavam "tempranamente" presentes.
Antes da partida registou-se uma avaliação médica e de enfermagem ao resultado de uma das recentes quedas do nosso Caçula, cuja coragem e vontade lhe pregam, de quando em vez algumas partidas, em forma de aproximações ao solo.
Munidos de dois sapos, ambos com excelentes skills de cartografia, lá seguimos, como é nosso costume, em direção à Serra.
Embora sem grande presença de Sol, a manhã apresentava-se extremamente agradável para a volta domingueira.
Assim, no caminho em direção às Fontes foi-se alinhavando o destino. A escolha foi o Alqueidão da Serra e neste sentido, guiados pelo AJ em coordenação com o AF lá fomos escolhendo os melhores estradões e carreiros que nos levaram pela Alcaidaria e Perulhal (destacando o Trilho da Ranhosa e algumas paragens estratégicas para degustação de medronhos) até ao Alqueidão da Serra, onde efetuamos o reforço (com um anfitrião parco em simpatia).
Aqui, antes de seguir, verificámos que o furo do AJ havia estancado e direcionámo-nos para a Anta, que fica a 485m e onde se fazia sentir algum vento. Sendo este o ponto mais alto da jornada, começou aqui o planeamento da fase descendente, na qual aprimoramos sempre a seleção de trilhos e hoje não foi exceção.
O concílio da dupla de cartógrafos levou-nos a fazer o entusiasmante trilho da Pedreira do Alto do Reguengo do Fetal, em estreia para o Caçula e com uma saída de pista do LG (sem qualquer tipo de consequência). Daqui, ponderou-se o Vibroplate mas o veredito foi o, sempre espetacular, trilho da Pan'Am, onde, mais uma vez, fizemos o nosso voto interno para que a exploração de massa mineral (pedra) não avance e nos permita continuar a desfrutar daquele encanto próprio daqueles trilhos.
Hoje, nas Torrinhas, a opção recaiu sobre o Trilho do Cotovelo.
O regresso, até à reposição de eletrólitos, foi efetuado pelo asfalto, desde as Fontes.
Numa manhã muito bem recheada, o atingimos os 46km e 970D+ (apenas não chegámos aos 1.000 porque não houve cuorum para ir à Sra. da Encarnação) e onde concluímos que a presença de sapos tem aprimorado a forma global trilheira e tem tornado as voltas positivamente mais exigentes.
Nuno Gonçalo Santos
Trilhos Sem Fim nos melhores trilhos do quintal
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